Arte: Samantha Welker

 

A turbulência é inimiga da aviação. Em Fevereiro, um voo da United Airlines passou por uma zona de tanta turbulência que um bebé foi atirado ao ar (mas não se magoou), a cabeça de um passageiro fez uma mossa no tecto e cinco pessoas deram mais tarde entrada no hospital. Os eventos climáticos extremos que estão na origem da turbulência “tendem a tornar-se mais frequentes ou mais intensos”, defende um relatório da Agência de Protecção Ambiental dos EUA. “Os planos de voo evitam as zonas conhecidas pela turbulência severa, mas essas áreas não são estáticas”, diz Sanjiva Lele, do Centro de Investigação de Turbulência, da Universidade de Stanford e da NASA. No início de 2014, uma companhia aérea norte-americana estreou novos detectores de turbulência que utilizam um radar especial capaz de prever os níveis e a localização da turbulência no rumo de um voo.

 

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