A lagarta da borboleta-branca-da-couve torna-se guarda-costas de um parasita. A vespa injecta na lagarta várias dezenas de ovos.

As larvas eclodem, alimentam-se, crescem e paralisam o seu hospedeiro ainda vivo, roendo-o e abrindo caminho até ao exterior. Enquanto a lagarta desperta, as larvas tecem casulos sob ela. Em vez de as deixar entregues a si próprias, o hospedeiro escravizado tece uma camada adicional de seda em redor dos casulos e depois monta guarda sobre a ninhada, abanando a cabeça para afastar os predadores.

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