Malé, capital das Maldivas, um arquipélago com as zonas mais baixas do planeta, está protegida por um paredão. Em 2100, os mares poderão forçar os habitantes das Maldivas a abandonar a sua pátria. Mais de cem mil pessoas residem nesta ilha sobre 1,9 quilómetros quadrados de terra firme. 

Recuperando dos danos provocados pela guerra civil, a Gorongosa enfrenta agora um novo desafio: a desflorestação da sua montanha sagrada. Na imagem, rapazes locais capturam rãs e libelinhas em redor da queda de água de Murombodzi, na serra da Gorongosa, durante o Bioblitz de 2011. Neste evento, recolheram-se amostras de vida selvagem.

O olhar dos nossos leitores mostra-nos uma visão do mundo muito pessoal. Conheça as nossas escolhas deste mês.

Na Rússia, um arco-íris de argolas rodeia Svetlana Pavlova, dançarina de um circo itinerante de artistas anões que se auto-intitulam a Luz das Pequenas Estrelas.

A bela vila de Skrova orgulhava-se, em 1980, de possuir a maior percentagem de milionários da Noruega, graças às fábricas de produtos de peixe e da sua central baleeira. Agora, resta apenas uma fábrica.

Noutros tempos alvo de caça generalizada devido ao elevado valor da sua pele, o caimão-jacaré do Brasil foi protegido e as suas populações estão agora a recuperar. 

Um castor dirige-se à toca no rio Loire, em França, com um ramo de choupo para o jantar. Há um século, a caça quase dizimou esta espécie e só restavam 1.200 animais. Agora, sobretudo na Europa, há quase um milhão destes roedores. 

O trânsito entope Hillary Step no dia 19 de Maio de 2012. 

A imagem de microscópio electrónico com cores realçadas mostra uma espécie de tardígrado com meio milímetro de comprimento sobre musgo. Estes invertebrados de oito patas com aspecto alienígena podem sobreviver à pressão extrema, à radiação, às altas temperaturas e a anos de jejum.

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