No início do século XX, a abertura de uma estrada na freguesia de Capela (Penafiel), revelou sepulturas romanas e estelas funerárias, datáveis entre o século I e IV d.C. 

Em 79 d.C., a erupção do Vesúvio soterrou as cidades de Pompeia e Herculano e carbonizou muitos dos conteúdos orgânicos, incluindo o pão nas padarias de Pompeia. Farrell Monaco, uma arqueóloga que se dedica à culinária antiga, investigou a história de um pão popular e recriou a receita.

“Praia Grande”, um óleo de 1880 do pintor Alfredo Keil, constituiu um bom estudo de caso de informação geológica que se pode extrair de uma pintura com mais de um século.

Parte insubstituível da produção artística portuguesa dos últimos quinhentos anos, o azulejo é, paradoxalmente, ainda mal conhecido. Um projecto de investigação procura preencher o vazio.

Em 1589, um burguês alemão foi acusado de assumir a forma de um lobo e devorar crianças e adultos. A sua condenação talvez tenha sido uma maquinação.

Paradigma das favoritas que reinaram em Versalhes, Jeanne-Antoinette Poisson, marquesa de Pompadour, foi uma mulher de negócios, mecenas das artes e promotora das manufacturas reais, como a fábrica de porcelana de Sèvres.

O primeiro povoamento decorreu entre a Idade do Ferro (no fim do século V a.C.) e a época romana (até ao fim do século I d.C. ou início do II) e a segunda produziu-se já num contexto de fortificações islâmicas, implantadas na região entre os séculos IX ou X até ao século XII.

Há 50 anos, a lei do ar limpo seguiu a ciência e tornou-se um modelo para o mundo.

Numa das estações arqueológicas de Castro Verde, designada por Neves I, foram recolhidas na década de 1980 pelo autor e por Maria Maia duas peças em que é nítida a influência das culturas do Mediterrâneo sobre as sociedades desta região.

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