Quando a bióloga marinha Archana Anand fez o seu primeiro mergulho nas águas turvas do mar da China Meridional, ao largo de Hong Kong, viu apenas sedimentos e colónias irregulares de corais. Preparava-se então para implantar estruturas autónomas de monitorização de recifes (ou ARMS), destinadas a um censo da vida marinha oculta.

A enzima “organizadora” foi baptizada com o nome de Marie Kondo, em homenagem à guru japonesa da arrumação.

É uma das maiores tartarugas de água doce da Austrália, pois chega a pesar oito quilogramas e a carapaça pode ter 43 centímetros de comprimento.

 Na verdade, este gastrópode marinho já faz parte da alimentação de muitos países do Mediterrâneo, da Grã-Bretanha e da Ásia, embora, nos Açores, o Haliotis tuberculata ainda não tenha entrado nos menus mais requintados, pelo que as suas populações mantêm-se praticamente incólumes.

Não é uma piada futebolística. Descoberta na década de 1770, uma espécie de gafanhoto de asas oblongas poderá ter sofrido uma alteração genética.

Enquanto laboratório vivo, o Mar dos Sargaços  tem-nos fornecido descobertas sobre os motivos pelos quais o oceano é importante para todos, em todo o lado e em todos os momentos.

O declínio dos insectos levou à busca de novas formas de polinizar. Os drones podem ajudar.

Fotografias da “tartaruga punk”  tornaram-se virais e ainda hoje surgem nas pesquisas na Internet.

É preciso uma combinação improvável de factores geológicos, orográficos e meteorológicos para que se formem, na praia do Norte da Nazaré, as ondas gigantes que têm corrido o mundo desde que um surfista norte-americano, Garrett McNamara, as popularizou.

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