A ciência faz-se do questionamento contínuo de verdades estabelecidas. No caso das chitas, existiam três pilares aparentemente firmes.

Os sacos de plástico branco a esvoaçar nas copas dos Alpes intrigaram Fabrizio Sergio. O ecologista italiano sabia que estes resíduos estavam pendurados nos ninhos de uma determinada ave, o milhafre-preto. Mas porquê?

Num ecossistema em mudança constante, muitas espécies animais lutam pela sobrevivência. 

Desliza o queixo ao longo da pele. Enrola o corpo sobre o dela. Empurra-lhe a cabeça, morde-a e faz vibrar a cauda. 

Quando a fotógrafa Mandy Barker regressou à praia inglesa onde apanhava conchas em criança, encontrou uma cadeira de bebé e um frigorífico entre pilhas de resíduos de plástico. Reparou também na indiferença: pareceu-lhe que os outros banhistas não estavam perturbados por verem uma praia juncada de lixo.

Num mundo que parece dominado por resíduos de plástico potencialmente eternos, serão os materiais biodegradáveis a solução?

Para um casal de lavagantes-americanos, o sexo é assim: durante dias, a fêmea esguicha urina para o esconderijo do macho desejado. Seduzido pelo cheiro, ele deixa-a entrar. 

A bordo de um navio ao largo da Costa Rica, um biólogo usa um alicate para tentar extrair uma palhinha de plástico da narina de uma tartaruga. 

Um fotógrafo sobrevoou os desertos mais inóspitos do mundo, guiado pelas areias em movimento.

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