As ruínas são conhecidas desde o século XVI pelo humanista André de Resende que, retomando as referências de Plínio, referiu-se a uma povoação outrora chamada Merobrica. Começava assim a aventura de Miróbriga.

bretanha

Com uma beleza paisagística e monumental sem igual, a antiga Armórica, que em finais do século IV serviu de refúgio aos bretões fugidos da ilha da Bretanha na sequência das invasões anglo-saxónicas, é a região mais sedutora de França.

A serra da Estrela é local de todas as estações do ano. Em território do geoparque, atribuído pela UNESCO, propomos uma visita às vertentes oriental e sul. E ao seu coração – o da serra e do visitante.

O Palácio de Queluz remonta aos tempos em que a nobreza e a corte festejavam efusivamente o seu modo de vida.

O fantástico reino do Sião sobrevive nas antigas capitais de Ayutthaya e Sukhothai e nos plácidos montes que as abraçam. Com os seus canais e templos, Banguecoque na Tailândia é um emocionante ponto de partida para uma viagem que alcança as aldeias tribais do Triângulo de Ouro.

Como conseguiu um ourives conhecido pelo seu mau feitio e sem formação de arquitecto criar uma das jóias do Renascimento italiano?

Canyoning, bird, whale e volcano watching são neologismos conjugados com gosto nas quatro reservas da biosfera dos Açores. O objectivo é conservar a biodiversidade e aproveitar a maré ambiental.

Estendendo-se por 650 quilómetros, a Rota da Jordânia abrange locais históricos como a cidade de Petra (o mosteiro, em cima) e vastas áreas de deserto e vales rochosos. As rotas comerciais por onde em tempos caminharam nabateus e romanos são agora percorridas por viajantes aventureiros.

Thomas Mann, autor de “Morte em Veneza”, dizia que, à cidade dos canais, se devia chegar por mar, pois fazê-lo de outra forma é como entrar pela porta das traseiras numa vivenda. Já não existem barcos a vapor como aquele em que Gustav von Aschenbach (Dirck Bogarde, no cinema) descobria a cidade entre a bruma.

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